O dia estava quente, e Paloma havia decidido passar a manhã na varanda dos fundos, onde a brisa era mais suave e o silêncio da mansão parecia abraçá-la.
Estava lendo um livro que encontrara na biblioteca de Dona Bella, mas sua concentração era instável. Entre uma página e outra, seus pensamentos voavam para o bebê, para César, para a solidão que às vezes parecia esmagá-la.
Foi o som de vozes femininas que a tirou do devaneio.
Levantou a cabeça, surpresa, e viu pela janela da sala da frente três