Ponto de vista de Salvattore.
O jatinho particular pousou em solo italiano sob o céu acinzentado, carregando mais do que apenas bagagens. Trazia um homem destruído.
Salvattore desceu as escadas da aeronave com os olhos vermelhos, as mãos cerradas em punhos, o maxilar travado.
Não havia notícias. Nenhuma maldita pista.
Rafaella havia sumido como poeira ao vento. E ele... ele era o responsável.
Entrou pela porta da casa principal como um furacão.
— MATTEO! ERICH! — rugiu, a voz tomada por dor. —