O céu mudou de cor como se estivesse morrendo. Primeiro veio o cinza do fim, depois o roxo que parecia sangrar da própria magia de Rebecca… e então o vermelho. Um vermelho profundo, pesado, quase líquido, que começou a se espalhar pela abóbada celestial como uma ferida se abrindo no firmamento. O eclipse estava começando.
Rebecca ergueu o rosto, ainda de joelhos ao lado de Danilo, o corpo fraco, a alma recém-marcada, o coração batendo em um ritmo que parecia não acompanhar o mundo ao redor. A l