A noite parecia finalmente ter encontrado descanso.
Pela primeira vez desde o início da guerra, as matilhas não rosnavam, não disputavam espaço, não se encaravam com medo ou ódio. Havia apenas um silêncio tenso e reverente, quebrado por uivos de honra, saudação e reconhecimento.
A vitória tinha chegado.
A lua tinha escolhido sua Luna.
As sombras tinham sido destruídas.
E eu, mesmo com o coração dividido, permaneci de pé ao lado de Danilo, aceitando saudações, reverências e votos de lealdade.