A lua cheia se erguia por trás das montanhas como uma velha amiga, iluminando a clareira onde a nova geração corria entre árvores e risadas. O canto dos lobos ecoava ao longe — não como chamado de guerra, mas como celebração. Era um som leve, um ritual de paz que eu ajudara a construir vinte e cinco anos atrás.
Sentei-me sobre uma pedra plana, sentindo o vento brincar com meus cabelos loiros, agora marcados por fios prateados que brilhavam sempre que a lua me toca