O cheiro dela ainda estava no ar, mesmo depois de dias.
Era o que restava. O fio mais fraco de uma lembrança, misturado a cinzas e terra molhada.
Onde quer que eu passasse, a floresta parecia murchar, e o vento carregava meu nome de volta como um eco que não sabia descansar.
O poder que eu segurava por anos agora me atravessava em torrentes.
Não havia pausa, nem misericórdia, nem razão.
Desde que a arrancaram de mim, o fogo que vivia adormecido sob minha pele tomou forma própria. Ele não pedia