O mundo girava.
O ar cheirava a sangue, chuva e terra.
As árvores ao redor tremulavam sob a força do vento, e a lua, tímida, aparecia por entre as nuvens, iluminando fragmentos de destruição.
Senti braços fortes me erguerem do chão — quentes, firmes, desesperados.
Por um instante, não soube se ainda estava viva.
O som do coração dele batendo contra o meu ouvido foi o primeiro sinal de que a vida não havia me deixado.
Era um som antigo, conhecido.
O mesmo que me embalava nas noites em que