O beco parecia se fechar ao meu redor, me sufocando entre meus medos. As paredes estreitas, a respiração acelerada dos homens, o brilho metálico das armas apontadas para mim.
Eu sentia o cheiro e o queimor da prata.
Eu sentia a pele formigar, os ossos vibrarem sob a carne. Estava a um passo de perder o controle, de deixar a loba tomar tudo.
Minha loba gritava dentro de mim.
Um dos caçadores riu, a ponta da faca de prata pura, refletindo a luz fraca do poste.
— Vai ser rápido. Vamos vender essa