Samantha
Quando escureceu de vez, Maelin me levou a um quarto simples, uma cama honesta, uma manta limpa, uma tigela com água e sal.
— Amanhã, falaremos das marcas. — Ela apontou minhas clavículas — E da sua ancestral.
— Minha… o quê?
— Dorme. — Maelin não explicou — Sonha. E lembra.
Deitei com o corpo doendo e a cabeça estranhamente leve. Antes de fechar os olhos, encostei a mão no peito.
— Obrigada. — pensei, sem endereço certo, para a Lua, para Arwen, para quem quer que segurou minha queda.