Samantha
Levei Ayres até um banco largo, perto da forja apagada. Sentei-o aos poucos, cuidando para não tensionar o lado ferido. Ele obedeceu sem discussão, o que, confessei, me deu uma paz secreta.
— Vai ficar uma marca. — comentei, observando o selo de luz que ainda vibrava sob a pele.
— Quero que fique. — ele disse, sem hesitar — Para lembrar do que não volto a fazer.
— E do que voltamos a ser. — acrescentei.
Ele segurou minha mão de novo, mas agora não era ancoragem, era afeto quieto. O pá