Ayres
O templo lunar da nossa matilha nunca me pareceu tão imponente. As paredes de pedra bruta refletiam o luar que entrava pelas aberturas no teto, derramando clarões prateados que dançavam pelo chão.
Eu caminhava um passo atrás de Samantha, observando-a como se fosse a primeira vez. Cada olhar dirigido a ela tinha peso, respeito, temor, fascínio. Mas nenhum desses sentimentos se comparava ao que queimava dentro de mim: rendição.
Os anciãos a posicionaram no centro do círculo, enquanto a mat