Samantha
Guerra tem som de ferro batendo em coração. No limite da floresta, tudo era fagulha, pólvora e uivo. A noite, cortada por tiros de prata, parecia uma ferida aberta. Eu me mantinha no flanco leste, coordenando deslocamento e recuo, quando o ar mudou, pesado, espesso, como antes de uma chuva que não vem do céu.
— “Sinta.” — Arwen sussurrou dentro de mim, tensa — “Vento torto. Presa de cobra.”
Foi quando o vi, Kaius, surgindo entre sombras como víbora, a lâmina baixa roçando o capim, meta