Ayres
O fogo da batalha rugia como tempestade viva.
As árvores da fronteira da floresta queimavam em fagulhas douradas, iluminando o campo onde sangue, uivos e tiros se misturavam num só coro.
Caçadores surgiam das sombras com suas malditas armas de prata, o metal brilhando como maldição contra nós. Atrás deles, os lobos de Kaius avançavam famintos, obedientes ao Alfa que cheirava a traição e ambição.
Fenrir uivava dentro de mim, pedindo sangue.
— “Arrasa, Ayres! Não deixa que passem!”
Transfo