Samantha
O burburinho da matilha me acompanhava por todos os corredores da aldeia. A cada passo, eu sentia os olhares grudando em mim como mãos invisíveis, alguns cheios de respeito, outros de medo, outros de desprezo.
Havia quem me chamasse de “enviada da Deusa”, com os olhos brilhando de fé, e quem me observasse com rancor, como se eu fosse uma intrusa usurpando o espaço que deveria pertencer apenas ao Alfa.
Era um contraste que doía e fortalecia ao mesmo tempo. Eu não era cega. Via as mulhe