— Você não precisa que nada seja devolvido — disse, com a voz baixa, quase como um rosnado contido. — Você construiu algo novo, construiu força, construiu coragem. E construiu isso sozinha, com seu próprio esforço, meu amor.
Lyra o olhou, as palavras dele entrando fundo, atravessando as defesas que ela mesma construiu ao redor do próprio coração. Uma lágrima escorreu pelo canto do olho, mas ela não desviou o rosto.
— Talvez você tenha razão… — sussurrou.
— Eu tenho — disse ele, quase sorrindo,