A luz da manhã atravessava as cortinas pesadas do quarto alfa, mas não havia calor algum nela.
Camilla acordou com um gosto metálico na boca e uma sensação sufocante no peito. Seu corpo estava suado, a respiração curta. Quando tentou se sentar, uma dor aguda percorreu o lado esquerdo de seu pescoço, bem onde a marca de Kael ardia, pulsando como se estivesse viva.
Ela levou a mão ao local e sentiu algo quente.
Ao olhar os dedos, viu o sangue.
Mas não era vermelho.
Era negro.
Assustada, correu at