Lyra manteve o olhar fixo no dele. Seu coração batia forte, mas sua expressão era séria. Os olhos brilhavam com algo que River não sabia decifrar, força, medo, desejo, dúvida... talvez tudo junto.
O supremo levantou uma das mãos devagar e a levou ao rosto dela, roçando os dedos com cuidado sobre sua bochecha. Lyra não se afastou, apenas o observava, o maxilar tenso, os lábios entreabertos.
— Não vou forçar você a nada — disse ele, a voz rouca e baixa. — Mas quero que saiba que, pra mim, seria u