As janelas estavam abertas, as cortinas puxadas, e o som abafado de risos e música ecoava pelos corredores.
— A guerra é um desastre humanitário, é claro… — comentou um homem, em tom afetado de falsa sensibilidade.
E então veio a resposta de Alistair, carregada de arrogância.
— Mas não há lucro maior do que quando o Império precisa de carvão, aço e navios — disse Alistair, com aquele sorriso que deixava qualquer pessoa decente desconfortável. — William deveria me agradecer. Se ele tem carrei