Uma manta azul-clara, dobrada com capricho sobre uma prateleira. Tinha detalhes em branco, tão delicados que pareciam neve tecida à mão. E bem ao lado… um par de sapatinhos minúsculos, da mesma lã macia.
Lui Sem pensar, me aproximei e toquei nos sapatinhos. Clarissa só percebeu quando a vendedora sorriu para mim.
Clarissa virou-se assustada.
— Nora! Não, não… não precisa comprar isso — ela disse, rindo nervosa. — É o único dinheiro que você tem hoje. Eu juro que não precisa.
Eu olhei para e