A mansão estava silenciosa, mergulhada na penumbra quente da madrugada. Leonel segurava a mão de Luna enquanto subiam as escadas devagar, como se cada degrau fosse parte de um ritual íntimo que marcava o fim de uma guerra e o começo de uma liberdade conquistada a sangue, suor e desejo.
Nenhuma palavra era necessária. O olhar que ele lançava sobre ela — faminto, protetor e reverente — dizia mais que qualquer discurso.
Ao entrarem no quarto, Luna se virou para ele. Ainda havia sangue seco na m