O sol atravessava suavemente as janelas da casa Bragança naquela manhã, filtrado pelas cortinas brancas do quarto recém-reformado, agora adaptado para o conforto da pequena Lara. Luna estava sentada na poltrona de amamentação, com a filha aconchegada ao peito, os olhos fixos na expressão serena da bebê que se alimentava calmamente.
Cada pequeno suspiro de Lara, cada bocejo, cada movimento dos dedinhos minúsculos era, para Luna, um milagre. A vida inteira parecia ter sido um enorme labirinto que