Luna acordou com uma fisgada aguda na parte inferior do ventre. Eram quase cinco da manhã, e a casa ainda dormia sob o som tranquilo da chuva. Sentou-se com cuidado, ofegante, e esperou que a dor passasse. Mas ela não passou — ao contrário, retornou mais intensa alguns minutos depois.
Ela respirou fundo, como aprendera nas aulas de preparação para o parto, e tocou a barriga com carinho.
— Está na hora, não é, meu amor?
Levantou-se devagar, tentando manter a calma. Caminhou até o quarto, onde Le