Luna segurava a pasta de documentos contra o peito como se fosse sua armadura. Seu coração batia frenético, cada pulsar ecoando nos ouvidos como o som de um tambor anunciando guerra. Leonel se posicionou ao lado dela, os ombros retos, o maxilar travado, o olhar duro, protetor — ele parecia um muro erguido entre ela e o perigo iminente.
Carolina, elegante como sempre mesmo em meio ao caos, fechou a porta da biblioteca atrás de si, isolando-os do restante da mansão. O silêncio que se seguiu era q