Luna e Leonel estavam a caminho da mansão Bragança, suas mãos entrelaçadas no banco do carro, e o peso da decisão pairando sobre eles. O silêncio no veículo era tenso, carregado de expectativas e receios. Luna sentia a ansiedade tomando conta dela, a cada quilômetro mais próximo da mansão, o medo se intensificava. Mas, ao mesmo tempo, havia uma chama de esperança — uma possibilidade de que, finalmente, toda a mentira fosse desmascarada.
Ela olhou para Leonel, que dirigia com a expressão séria,