A viagem seguia tranquila, embalada pelo balanço lento da caravana e pelas risadas que vinham de Patrícia e Anahí. A cada parada, uma nova cidade se abria diante delas — ruas de pedra, janelas entreabertas, o murmúrio curioso do povo que se reunia para assistir às apresentações. O ar cheirava a poeira, frutas maduras e sonhos de estrada.
Nos intervalos entre os espetáculos, Anahí aprendia a dançar com sua tia Esmeralda. Cada lição parecia mais um segredo: o peso do corpo, o giro que vinha d