Na manhã seguinte, Catarina foi à casa de Rebeca. A varanda era ampla, com colunas claras e trepadeiras floridas que deixavam o ar perfumado. O sol ainda era suave, filtrado pelas folhas, e o canto distante de pássaros misturava-se ao leve tilintar das xícaras de porcelana.
As duas estavam sentadas frente a frente, uma pequena mesa entre elas. O chá ainda soltava vapor, carregando o aroma de ervas adocicadas.
Catarina segurava a xícara com as duas mãos, como se precisasse daquele calor pa