O céu do interior mato-grossense estava pesado, carregado de nuvens escuras, quando Bruno deixou a estrada principal. O GPS havia parado de funcionar há horas, o sinal de celular sumira no meio do nada e o mapa de papel só confundia mais nas bifurcações mal sinalizadas.
O carro atolou. A lama engoliu metade dos pneus, e, por mais que tentasse, Bruno não conseguia tirá-lo dali. Foi quando, ao longe, avistou dois homens montados a cavalo — peões de alguma fazenda perdida na imensidão.
— Preciso c