Rafaella ainda sentia o corpo fragilizado quando o carro parou diante da fazenda. O portão de madeira se abriu lentamente, revelando a varanda que tantas vezes tinha sido abrigo, mas que agora parecia um campo de batalha silencioso. Seus olhos marejaram.
Antes mesmo que pudesse dar o primeiro passo, a porta da casa se abriu.
Matheus desceu correndo as escadas, os pezinhos batendo apressados no assoalho. A voz infantil, cheia de vida, ecoou pelo pátio:
— Mamãe! Você voltou!
Rafaella levou a mão