Santiago apertou com leveza a mão de Rafaella, ainda sentindo a pele fria dela, mas agora com vida. O bip constante da máquina continuava marcando o compasso da esperança. Quando seus olhos se abriram devagar, como se lutassem contra o peso do mundo, Santiago conteve o choro. Ela estava de volta.
— Amor... você acordou... — disse ele com a voz embargada.
Rafaella não respondeu de imediato. Seu olhar vagava, confuso, até que seu corpo reagiu instintivamente. Ela levou a mão ao ventre, um gesto s