Mundo de ficçãoIniciar sessãoEla teve um casamento feliz, filhos, tem uma vida estável. Ele nunca precisou se preocupar com ninguém além dele mesmo. O que acontece quando os dois mundos se chocam?
Ler maisDavid
“Foi um sonho de verão numa praia…”Quatro semanas de amor - Luan e Vanessa
Ela era a garota mais linda que já vi em toda a minha vida. Talvez seja justamente por isso que o desejo de pedi-la em casamento tenha surgido de forma tão precoce. Naquele fim de tarde, nossos pés descalços afundavam na areia da praia, enquanto nossas mãos se entrelaçavam no caminho em direção ao mar.
Aquela praia deserta era um cenário perfeito para um momento romântico só nosso. Era o instante certo, e eu não tinha dúvidas.
Antes de qualquer palavra, encarei seus olhos e, com o coração acelerado, coloquei sobre sua cabeça a coroa de flores, que havia preparado antes de vir. Ela combinava com seus traços – doces e rebeldes, ao mesmo tempo.
Nos beijamos, e ela me pegou pela mão, apressada até a beira do grande mar. Eu a amava de todo o coração e queria me unir a ela o mais breve possível, embora a prudência sussurrasse em meus ouvidos.
Mesmo assim, não hesitei: ajoelhei-me diante dela e, do bolso da minha bermuda, tirei a caixinha de veludo que guardava o anel com o qual sonhava pedi-la em casamento.
“Sim”, pensei. “Eu quero casar com ela agora. Não quero esperar mais nada.”
Eu estava prestes a fazer o pedido, perdido entre pensamentos e no desejo de tomá-la nos braços, quando um barulho distante começou a se aproximar. Primeiro discreto, depois cada vez mais alto, até se tornar ensurdecedor e arrancar-me do transe em que me encontrava.
“Droga! É o despertador!”
Desliguei aquele maldito alarme com a força do ódio, ainda atordoado. Olhei em volta, desnorteado, e percebi: não havia ninguém ali. Só eu, no meu quarto, com o despertador gritando a todo volume.
Sai da cama, direto para o chuveiro, no banheiro do meu quarto.
Aquele era um dia importante: meu dia de aula no turno da noite. Eu estava um pouco nervoso — não conhecia ninguém daquela turma.. Até então, sempre estudava de manhã, mas resolvi mudar no terceiro ano do ensino médio, na esperança de conseguir um estágio.
Acordei daquele sonho com gosto de quero mais, porém tudo o que me restava era um banho morno para aliviar a tensão — afinal, eu nem namorada tinha, quem dirá alguém com quem pudesse me casar.
O dia inteiro foi tomado pela ansiedade. Às vezes, parecia que os ponteiros do relógio conspiravam contra mim, arrastando-se lentamente. Em outras, o tempo disparava, e quando o fim da tarde se aproximou, tive a certeza de que as horas estavam voando.
Cheguei à escola e dei de cara com uma fila gigantesca de pessoas procurando seus nomes nas listas de turmas. Fui me enfiando no meio da multidão até encontrar as folhas dos terceiros anos. Lá estava o meu nome: turma 305.
Saí do empurra-empurra com cuidado, tentando não esbarrar em ninguém. Além do material escolar, eu carregava comigo o meu violão — e, com ele, nunca me sentia sozinho.
Felizmente, não esbarrei em ninguém e consegui sair ileso daquela confusão. Foi então que meus olhos encontraram a garota mais bonita que já tinha visto.
Ela parecia uma deusa: cabelos longos e negros, olhos azuis intensos, um corpo esculpido pela academia. Eu simplesmente não conseguia desviar o olhar, como se um ímã invisível me prendesse a ela.
Minha atenção, no entanto, foi desviada por uma gritaria e um burburinho que se formava próximo à sala onde eu estudaria. Saí do meu transe quando percebi que as pessoas se aglomeravam em torno de duas garotas, do lado oposto ao que eu estava olhando.
— O que é isso? Rebelião?
Imediatamente, fui levado junto à multidão que se formava para assistir à primeira briga do ano. E eu ainda nem tinha dado o primeiro passo na escola. “Imagina como será o ano letivo?” pensei, antes mesmo de conseguir observar direito o caos à minha frente: gritos femininos, um rapaz desajeitado ao lado de uma das moças.
Aquela cena deplorável marcou meu primeiro dia de aula no turno da noite.
“Seja lá o que for isso, espero que não vire rotina.” Fui me aproximando da multidão, para ver a cena com maiores detalhes. Foi então que pude ver uma moça de cabelos negros escorridos, segurando uma ruiva pelos cabelos e erguendo sua cabeça na altura da própria barriga.
— Sua cretina! Você não tem vergonha na cara, para ficar dando em cima do namorado das outras? – A moça de cabelos pretos e olhos amendoados dominava a ruiva com raiva.
— Priscila, larga ela! – ordenou o rapaz ao lado dela. — Não aconteceu nada! Essa garota só estava conversando comigo, não houve nada demais!
— Seu cafajeste! Nem no primeiro dia de aula você me dá sossego. Acha que não te conheço o suficiente para saber o quanto você é mulherengo? – A garota não largava o cabelo da ruiva, que mal conseguia se mover. Sem ar nos pulmões, ficava vermelha como um pimentão.
Naquele momento, só consegui pensar em me aproximar o máximo possível da cena. Pensei em diversas formas de ajudar a ruiva, mas todas me pareceram absurdas. Continuei observando, esperando o instante certo para intervir e tirá-la daquela situação.
— Vou te mostrar que aqui não é um galinheiro, sua galinha! Vai procurar tua turma e deixa eu e meu namorado em paz! — Priscila cuspia as palavras como se estivesse enlouquecida.
— Você perdeu o juízo, garota?! Veja lá como fala comigo! Não te dei intimidade! E tira suas mãos de mim! — A ruiva, tomada pela raiva, juntou todas as suas forças e empurrou a valentona, que perdeu o equilíbrio por um instante.
Nesse momento, eu resolvi agir, pois percebi a situação da menina e achei que ela podia desmaiar, então reuni toda a coragem que tinha e, na maior cara de pau, com o único intuito de ajudá-la, falei:
— Colega, tu tá viajando na maionese. Essa garota é nova na escola. Ela estava comigo, mas a gente acabou se perdendo um do outro.
— Larga ela! Não ouviu o cara? Ela tá com ele! – Pelo visto, o rapaz sabia que era uma encenação, mas aproveitou a deixa pra convencer a namorada.
Se ela estava mesmo contigo, então fala qual é o nome dela, e aí eu largo ela. – A brutamontes ciumenta não era nada boba, e não caiu de cara no meu teatro. Mas eu tinha certeza de que ela também não sabia o nome da menina, então, fiz o óbvio: falei o primeiro nome feminino que veio à minha mente.
— O nome dela é Bárbara. Agora, solta ela. — Olhei para o namorado da agressora. — Pode, por gentileza, fazer a sua namorada soltar a minha por bem? Ou eu vou ter que fazê-la soltar por mal? — perguntei, olhando para o rapaz, sem pestanejar.
Quando Douglas finalmente segurou um dos braços dela, para fazê-la soltar a ruiva, Priscila resistiu.
— Tira a mão de mim! Eu já vou largar ela, seu babaca! Eu faço o que eu quiser!
Douglas a soltou, e Priscila finalmente liberou a garota, que se ergueu, tentando se recompor.
— Cuida melhor da sua amiga, porque se eu vê-la se assanhando de novo para o meu namorado, o pau vai comer. — avisou Priscila, saindo de fininho e puxando Douglas pela mão, passando entre os jovens e enxotando todo mundo, dispersando a todos. — Acabou o show, galera! Já podem ir arrumar o que fazer!
— Isso vai ter volta, sua cavala ridícula! Pode esperar, que isso não vai ficar assim! — Luciele pensou alto, em voz baixa, enquanto tentava ajeitar cabelo e roupa.
— Vocês não têm mais nada de importante para fazer, não? — perguntou a ruiva, no auge da indignação, afastando-se do lugar e deixando o burburinho para trás. Segui com ela.
— Eu até tenho pena do cara, mas se ele realmente não prestar, então tem a namorada que merece! — falei, e finalmente olhei com atenção para a menina ruiva que acabara de salvar. Ela tinha uma beleza naturalmente rebelde, com cabelos curtos e bagunçados. Exótica, uma garota diferente demais para não chamar minha atenção.
— Você chegou bem na hora, colega! Muito obrigada por me tirar dessa situação. — Ela olhou para mim, e eu esbocei um sorriso, que ela correspondeu imediatamente.
— Não por isso... Bárbara? — perguntei, ainda sem saber o verdadeiro nome da garota.
— Ah — ela sorriu, divertida, percebendo que eu realmente queria saber — Luciele. Meu nome é Luciele. Prazer!
— Prazer em te conhecer, Luciele. Meu nome é David, ao seu dispor. — Sorri, fazendo uma mesura para quebrar o clima de caos que ela acabara de viver.
“Que estranho! Tenho a impressão de que já vi o rosto dela antes… Onde foi que eu vi aquele rosto?"
Novamente me perdi em pensamentos, até ser chamado à realidade pelo sino da escola, anunciando o início da aula. Mais uma vez, o barulho me tirou do transe naquele dia, e segui para a sala, cumprindo meu destino.
Ele fez um caminho de lírios brancos, do jardim da sua casa até a praia, haviam pequenas luzes de led iluminando o amor da sua vida até ele. Ele havia a convidado pra ir a uma besta white na empresa, e pedido pra encontrá-lo na casa deles.Então o amor da sua vida vinha toda de branco, de cabelo solto, caminhando lentamente por um caminho de flores e luz. Quando ela chegou até ele, estava de joelhos segurando o anel feito pra ela, eram cinco aros de tons diferentes de ouro representando um cada membro da sua família: os gêmeos, Heitor, ela e ele.-Nós andamos por muitos lugares diferentes, ficamos tanto tempo separados, sofremos crescemos, amadurecemos, mas sempre estivemos incompletos, eu sempre precisei de você, eu no fundo sempre esperei você, eu te amo tanto, você é a razão do meu viver. Eu amo a nossa família, e acho que está na hora da gente oficializar, o que você acha em casar comigo?-Eu aceito, eu esperei você toda a minha vida, desde que vi um rapaz perdido embaixo de uma
Ele tirou o vestido dela e a deixou apenas de calcinha preta e sapatos vermelhos, ela o ajudou a tirar a camisa preta, e a calça. Entao ele a pegou no colo e a levou até a cama, começou a beijar sua boca, desceu até o pescoço, onde demorou alguns minutos e desceu para os seios, ela tinha uma pele macia e branca que nem um leite, e cada beijo o fazia latejar mais, ele desceu delicadamente beijando cada parte dela, tirou a última peça que estava atrapalhando e enquanto beijava suas pernas a sua mão massageou entre suas coxas. Quando ele levantou pra ver o rosto dela percebeu que seus olhos estavam nublados. Então ela o puxou e ficou por cima, e foi ela que fez o mesmo caminho, cada beijo ele sentia que ia explodir, quando a boca dela chegou até o seu membro e ela o tirou do esconderijo, ela sorriu e sussurrou "vamos brincar com o sorvete agora?" então foi ele quem ficou nublado e começou a perder todos os sentidos. Na manhã seguinte ele estava agarrado a ela, ele queria ter certeza q
Durante dias eles foram caminhar, fizeram a rotina dos filhos e foram se aproximando como parceiros. Ele sabia que precisava dar o primeiro passo, então a convidou para jantar.-Felipe, eu não sei se estou pronta pra ser quebrada por você novamente.-você não acha que está na hora da gente dar uma chance um pro outro? A gente já teve desencontros, já nos afastamos, já até nos escondemos, talvez agora seja a hora de tentarmos...E ela estava magnífica, com um vestido preto com um decote bem marcante, um sapato vermelho e com o bendito pescoço nu.-Você sabe que vou ter muito trabalho pra me concentrar em outra coisa que não seja seu pescoço hoje, né? -ele abriu a porta do carro pra ela.-Sei, por isso que o vestido tem esse decote, pra você poder se distrair com outra parte também...Ela sorriu e entrou no carro, e tudo que ele pensava era tirar esse vestido, ao entrar ela já estava de cinto, ela era esperta, sabia que se ele chegasse perto do pescoço, eles não sairiam do carro.Durant
Ela tinha o dom de tirar o sono dele, e da melhor forma possível pois a lembrança daquele pijama lhe trazia conforto, desejos e felicidades. Depois de uma boa chuveirada fria ele conseguiu dormir.Bem cedo seu relógio despertou, ele levantou ajudou a preparar o café das crianças, e depois elas e a babá foram até a aula de karatê. Ele preparou uma bandeja de café e foi até o quarto dela. E mesmo descabelada, sem maquiagem e de pijamas ela era a mulher mais linda do universo. Ela olhou pra ele sem entender nada e se sentou na cama. Ele colocou a bandeja pra ela tomar o café, ele sabia que ela estava procurando uma forma de se livrar dele, então sentou ao seu lado e começou a ajudar ela a tomar cafe. -Acho que você pode ir embora...-Nao posso, você ontem me pediu em casamento sabia? - ela olhou para ele sem acreditar em uma palavra - você não lembra? E se eu te refrescar a memória?Lentamente ele colocou a bandeja pro lado, sua mão passou atrás do pescoço dela, e puxou pra perto dele,
Ele e os gêmeos foram tomar um sorvete, os dois estavam bem ansiosos para receberem o tio Samuel e a tia Anja, era muito engraçado o quanto eles amavam a tia, Samuel a chamava de Dona, e os gêmeos de Anja, na sua cabeça ela era a Dona Anja. Samantha já está bem, mas não chegava mais perto dele, ela mandava sempre as babas, ou Heitor acompanhava as crianças. Suas mensagens eram ok, ou frases curtas dizendo onde os gêmeos tinham que ir, ou o que precisava para eles. Ele pediu autorização de postar fotos deles ela aceitou. E essa era a primeira jogada. Seu perfil que antes era apenas carros, relógios e whisky, agora era só fotos deles dois, de por do sol e deles dois. Ele tinha acesso livre a casa dela, e como parte do combinado eles faziam uma refeição por semana com os gêmeos para eles sempre terem em consciência que os pais sempre estariam juntos por eles. -Sami, você, nossa uau você está linda... -ela estava com uma saia preta, uma blusa cor vinho e sapato de salto, o cabelo esta
Ele chegou na casa e os gêmeos estavam a mil, queriam conversar, queriam atenção, queriam brincar, depois queriam a mãe. Dormiram no colo de Heitor, que os colocou na sua cama king e disse que iria tomar um banho. Então ele recolheu os brinquedos pela casa, colocou algumas roupas pra lavar e ajudou a babá a lavar louça e secar. Heitor pediu se ele queria dormir ali, ele poderia dormir no quarto de Martin, e ele resolveu ficar, as crianças dormiram com Heitor, ele foi várias vezes olhar os três dormir, era uma paisagem completa. No outro dia ele ajudou com tudo e levou as crianças pra escola, Heitor foi para o hospital, ele desejava poder ir também, mas estava com muita vergonha. Em seu escritório olhando para o teto, ele recebeu a visita que menos esperava de toda uma lista de impossibilidades. Toni estava de cabelos molhados e com uma roupa esportiva, ele tinha que confessar que mesmo assim ele parecia um príncipe encantado. -Podemos conversar Felipe? -ele sentou na cadeira na





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