— Não! — Gritei para ele, chorando, enquanto as lágrimas já haviam embaçado completamente a minha visão.
Através daquele véu turvo de lágrimas, o sorriso do homem se tornava cada vez mais pálido, cada vez mais distante.
Balancei a cabeça, chorando desesperadamente. Um medo indescritível tomou conta de mim, apertando meu peito até quase me sufocar.
Gritei com toda a força que me restava:
— George, eu não quero mais liberdade! Eu não quero mais! Por favor, não diz isso... George...
Mas George já n