— Ai, meu Deus, senhorita, o que aconteceu com a sua testa? — Perguntou Ana, preocupada.
O sangue já tinha parado de escorrer, mas tinha se formado um galo enorme ali.
Ana foi correndo pegar um pouco de gelo e, cuidadosa, trouxe para eu colocar.
Ao ver o olhar preocupado dela, senti uma pontada no peito.
Era estranho pensar que até uma funcionária, que nem família era, se preocupava mais comigo que meu próprio pai.
Depois que me escutou prometer que daria um jeito com o dinheiro, ele simplesme