George me encarava fixamente, com um olhar profundo e carregado. Engoliu em seco e, após um longo silêncio, sua voz se suavizou raramente:
— Se você se comportar direitinho, eu não vou ser duro com você.
Assim que terminou de falar, puxou o cobertor e o colocou sobre mim novamente. Em seguida, pegou a toalha e se preparou para sair.
Abracei suas costas às pressas, encostando o rosto nele e, com a voz rouca e fraca, falei com dificuldade:
— Eu não quero um médico... Só você cuidando de mim já est