Eu me sentia, ao mesmo tempo, nervosa e envergonhada, afinal, estávamos no escritório e eu não fazia ideia do que ele queria fazer.
Sem que eu percebesse, a mão dele deslizou até minha cintura, acariciando lentamente o lado da minha silhueta.
Os dedos dele pareciam atear fogo por onde passavam, deixando um rastro de calor ardente e um leve tremor.
Segurei a mão dele, olhando para ele com certa irritação:
— George, você disse que era para eu vir trabalhar!
— Me agradar também conta como trabalho,