O silêncio entre Luna e Allan era denso enquanto deixavam o templo. A revelação das memórias da primeira vida ainda queimava na mente de Luna como brasas vivas. Cada cena, cada palavra, cada emoção ainda ecoava em seu coração, especialmente o olhar de traição e a dor da adaga cravada em seu peito.
De volta à floresta, o vento sussurrava entre as árvores como se a própria natureza compartilhasse do peso daquele segredo.
— Você disse que o assassino reencarnou… — começou Luna, olhando para Alla