O vento balançava as cortinas do quarto de Luna naquela noite. A lua cheia iluminava o céu com um brilho prateado intenso, quase mágico. O relógio marcava 3h17 quando Luna despertou, o coração disparado no peito e o suor escorrendo por sua testa. Mais um sonho.
Ou seria uma lembrança?
Ela se sentou na cama, os olhos arregalados, tentando processar o que acabara de ver. No sonho, ela corria por uma floresta densa, com galhos arranhando seus braços e pés descalços afundando na lama. Sussurros a