Luna sentia o coração martelar no peito enquanto seguia pelo corredor interno do templo. O ar ali era mais denso, quase sólido, como se ela estivesse atravessando um véu entre mundos. As paredes eram cobertas por símbolos antigos e escritos em uma língua que ela não conseguia ler, mas que, de alguma forma, pareciam familiares.
Allan caminhava logo atrás dela em silêncio, respeitando o momento.
— O que exatamente eu vou ver? — Luna perguntou, hesitante.
— Fragmentos da sua primeira vida… de q