A manhã começou cinzenta, o céu coberto por nuvens carregadas como um presságio sombrio. Luna acordou com uma sensação estranha, como se algo — ou alguém — estivesse observando-a à distância.
Era a primeira vez em dias que não sonhava com Allan, mas sim com um par de olhos vermelhos, intensos e penetrantes, envoltos em névoa. Ela acordou ofegante, o suor escorrendo pelas têmporas.
Na escola, o clima também estava estranho. Os corredores estavam mais silenciosos, e alguns alunos comentavam sobre