O sol ainda não havia nascido, mas Luna já estava de pé. Não dormira. Como poderia, depois do que sentira na noite anterior? A marca em sua pele ainda pulsava, quente e viva, como se tivesse vida própria. E aquilo que surgiu de seu corpo… as asas… ainda ecoavam em sua mente.
Confusa e assustada, ela enviou uma mensagem para Mérida:
> Luna: Eu... preciso conversar com você. É urgente.
Mérida: Estou indo agora. Espere por mim.
Menos de meia hora depois, Mérida apareceu no portão da casa da tia de