Villano estava encostado na bancada da cozinha, limpando sua arma com calma quase meditativa. Orlov observava pela janela, o cigarro apagado nos dedos. O silêncio era denso, até que V falou, sem tirar os olhos da arma.
— Prepare suas coisas. Vamos ficar um tempo na Rússia.
Orlov virou-se devagar.
— Rússia? Tá falando sério?
Villano assentiu.
— Vladimir Romanov tá fazendo movimentos demais nos bastidores. Quero ver de perto. Sentir o terreno.
— E ela? — Orlov perguntou, indicando com