As mortes seguiram. Sistemáticas. Precisavam parecer acasos para o mundo, mas os que conheciam o submundo sabiam: era ele.
Villano não deixava rastros digitais.
Não usava os próprios homens.
Ele usava os homens dos próprios inimigos— manipulados, subornados, ameaçados com provas secretas, arrastados até cometerem o inevitável.
Juízes, generais, banqueiros.
Um a um caíam.
— Um primeiro-ministro foi achado sem os olhos, em seu próprio gabinete trancado.
— Uma presidente, atropelada ao sair