Meus joelhos fraquejaram, o ar voltou em soluços descompassados. Meus olhos estavam molhados, o rosto em chamas.
Andrei apenas me olhou. Os olhos dele eram frios como aço. A arma ainda pendia em sua mão. Ainda real. Ainda pronta. Ele estudou minha pastora e quando percebeu que eu não ia gritar ele assentiu:
— Boa garota — ele murmurou, com desdém. — Agora, fique quieta.
Ele deu um passo para trás. Não para me libertar. Apenas para observar. Eu não sabia o que fazer. Não sabia quem ele era d