O zíper subiu com um som discreto, como se até ele tivesse consciência do silêncio ao meu redor. O tecido do vestido deslizava macio contra minha pele, marcando minhas curvas com uma precisão que me fez morder o lábio. Eu não me vestia assim há muito tempo. Na verdade, não lembrava da última vez em que havia usado algo que não fosse neutro, discreto, escondido. Algo que não tivesse a intenção explícita de me apagar.
O vestido verde musgo me envolvia como se tivesse sido costurado especialmente