— Isso é inaceitável… — ele murmurou, mais pra si mesmo do que pra gente. — Se isso for verdade… se ela for mesmo a irmã da Laura… eu juro que eu destruo o Barreto com as minhas próprias mãos.
Era a primeira vez que eu via o Luka assim. Não era raiva pura. Era algo mais denso. Uma fúria contida, protetora, que tomava forma no silêncio dele. Quase um transe. Ele continuava olhando a foto como se estivesse diante de uma criança perdida e não de uma mulher ferida até o osso.
Mas ele não dizia ma