Nos dias que se seguiram, fiz de tudo para evitar Alexey. Fingia estar ocupada, inventava tarefas, desaparecia nos corredores ou me trancava nos quartos mais afastados da casa. Ele, no entanto, estava sempre por perto. Como se me caçasse em silêncio. Como se, mesmo sem dizer nada, me obrigasse a sentir sua presença. E eu sentia. O tempo todo.
Ele tentou se aproximar. Uma, duas, três vezes. Não com agressividade, mas com aquela calma dele, carregada de algo que eu não conseguia nomear. Talvez