Sentei e levei a mão até seu rosto, acariciando com uma delicadeza que não combinava com o que eu sentia.
— Você é… inacreditável, Sfântă mea — murmurei, ainda ofegante, ainda ajoelhado entre suas pernas, com os dedos cravando levemente nas suas coxas. — Nunca mais vou esquecer essa imagem.
Um leve rubor tímido começava a tomar conta de suas bochechas. Ela desviou o olhar por um instante, como se tivesse voltado à realidade e não soubesse o que fazer com o que acabara de sentir.
Sorri de lev