O cristal negro pulsava na mão de Vaalerian como um coração agonizante. Cada batida ecoava não só no silêncio do jardim, mas em sua própria alma. Ele olhou para a janela semiaberta dos aposentos de Elira , a mesma janela de onde ela sorrira para ele na noite anterior, com seus olhos dourados que agora lhe pareciam uma mentira cuidadosamente encenada.
Vaalerian não gritou, não corr