A paz que se seguiu à partida do Devorador não era a mesma de antes. Não era a paz ingênua da ignorância, mas a paz profunda e um pouco cansada de quem sobreviveu a uma tempestade e sabe que o mundo foi rearrumado por ela.
O santuário estava em silêncio. Não o silêncio vazio do medo, mas o silêncio reverente do luto e do renascimento. As pessoas se moviam com uma suavidade cautelosa, como se temessem perturbar o equilíbrio recém-adquirido.
Scarlet não soltou Luna e Kael por horas. Ela os embalo