O Amanhecer Prateado respirava um novo ritmo. Já não era o frenesi da guerra, nem o silêncio pesado do luto imediato, mas um pulsar constante e laborioso de reconstrução. O ar matinal já não trazia o cheiro de cinzas, mas o aroma de pão fresco da cozinha comunitária e o perfume das primeiras ervas da horta replantada.
Os dias agora seguiam uma cadência previsível, um luxo após tanto caos. Ao nascer do sol, os guerreiros não se reuniam mais para treinos de batalha, mas para exercícios de constru