Fazia quatro dias desde que ela sumiu.
Quatro dias sem uma mensagem, sem um sinal. Apenas o silêncio. E os estilhaços do celular dela no chão da sala, como se ele tivesse feito questão de quebrar tudo que me ligava a ela.
Entrei no quarto da Carol como se cada passo exigisse força demais. O ambiente ainda tinha o cheiro dela, o rastro do que éramos antes disso virar um inferno.
No criado-mudo, o bilhete escrito com a raiva de quem esperou anos por essa chance.
> “Ela pode me dar o que você